E no sono, no sonho
A saudade dói, a saudade arde
A saudade castiga.
As memórias transbordam,
o despertar sozinha é um susto.
Cheiro quente, cheiro de lembrança
Cheiro de um tempo que desejo
No sono, no sonho, não acabar.
E no sono, no sonho
A saudade dói, a saudade arde
A saudade castiga.
As memórias transbordam,
o despertar sozinha é um susto.
Cheiro quente, cheiro de lembrança
Cheiro de um tempo que desejo
No sono, no sonho, não acabar.
Foto: SacksComer um pote inteiro de brigadeiro. Tomar litros de coca-cola. Fumar igual uma chaminé. Deixar a ansiedade exalar pelos poros. Sair e beber drinks coloridos demais. Falar absurdos para o seu amigo e deixar o indivíduo constrangido de tanta intimidade que ouviu. Falar para o porteiro que está em um nível alcoólico considerável. Acordar e dar de cara com um copo de cerveja pela metade no criado-mudo.
Bela Curitiba.